Tratamento dos transtornos de preferência sexual

Os transtornos de preferencia sexual – TP, também denominados parafilias, específicas e práticas sexuais repetitivas e persistentes, exclusivamente em resposta a objetos ou situações incomuns. Portanto, preferência por parceiro sexual que não seja humano, adulto e vivo (transtorno de objeto sexual) e/ou cuja finalidade não seja excitação sexual e/ou procriação (transtorno do ato) definem esse distúrbio que afeta principalmente indivíduos do sexo masculino.

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Impulso Sexual Excessivo

O impulso sexual excessivo ou compulsão sexual é reconhecido pela falta de controle dos impulsos, a qual resulta em incapacidade de resistir à tentação de realizar atos sexuais. É uma disfunção caracterizada por tensão crescente antes da realização de tais atos, seguida de prazer, gratificação ou alívio pela execução dos mesmos.

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Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s) para idosos

A falta de informação sobre o processo de envelhecimento, assim como as mudanças fisiológicas que interferem na sexualidade, tem auxiliado na estagnação da sexualidade e afetividade das pessoas com mais de 60 anos. O tema envolve muitos mitos: um deles é de que os idosos seriam “assexuados”, mas cada vez mais, vêm sendo desmistificado pelos estudos feitos sobre sexualidade e terceira idade.

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O Desenvolvimento do Apego na Criança – Configurações de apego e complexo de Édipo

Um triângulo clássico edipiano exacerbado é constituído por um menino com apego ansioso com a mãe, a qual não consegue transmitir segurança à criança, (portanto, não facilita o desenvolvimento a independência e da autonomia) e um pai omisso que delega o menino à mãe. Este pai não ajuda o filho a soltar a mãe porque não se oferece como uma figura que transmita segurança, portanto essa atitude não facilita a aquisição da identidade masculina.

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O Desenvolvimento do Apego na Criança – A intervenção na relação Pais-Bebê

Um bebê nos dois primeiros anos de vida pode apresentar problemas de ordem física e psicológica, que normalmente aparecem combinados. Problemas de alimentação, sono, choro excessivo, raiva e rejeição da mãe ou pai, irritabilidade excessiva, apatia etc. Esses problemas levam os pais a procurar ajuda.

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O Desenvolvimento do Apego na Criança – Internalização dos Modelos

Cada modelo uma vez desenvolvido, tende a persistir, porque a maneira como os pais tratam a criança tende a permanecer a mesma, a menos que haja uma influência renovadora que venha a modificar as circunstâncias desse trato. O modelo, uma vez esboçado, tende a ser autoperpetuante porque leva a criança a agir de maneira que o confirma.

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O Desenvolvimento do Apego na Criança – Padrões de Apego

A Mãe sensível é empática e sintonizada com as necessidades do bebê, ajustando-se a ele e comportando-se de maneira que o satisfaça. A criança, em vez de se tornar infeliz, manhosa e exigente, começa a desenvolver autoconfiança positiva como confiança na mãe e prazer por sua companhia. As Mães insensíveis, invasivas ou rejeitadoras, criam bebês frustrados, ansiosos e difíceis.

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O Desenvolvimento do Apego na Criança – Introdução

Segundo Bowlby (1969), o bebê humano já nasce com a predisposição genética para desenvolver laços afetivos com aqueles que interagem na primeira infância. O nascimento do primeiro vínculo afetivo da criança é concebido como sendo conseqüência de certos padrões pré-programados de comportamento de primeiro semestre de vida (choro, olhar, agarrar-se etc.) terem se tornado focados na figura da mãe ou substituta a partir do sétimo mês.

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